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Autor de este post: Luciana

Tiempo de lectura: 4 minutos

O que é o tecnoestresse? E como controlar essa tendência mundial?

Com o trabalho à distância e o aumento do uso de tecnologias, uma nova questão merece atenção especial de gestores e de seus colaboradores: o tecnoestresse. Essa doença digital chegou com força desde o início da pandemia da Covid-19. Se já não bastassem as consequências oriundas do vírus, também se estabeleceu uma enfermidade voltada ao uso excessivo de computadores, celulares e afins. O maior tempo em casa e em frente às telas intensificaram a incidência do estresse tecnológico e da sobrecarga entre a população de diferentes faixas etárias. Embora a conectividade venha salvando milhões de empregos na pandemia, permitindo que as pessoas trabalhem com segurança em suas casas, o tecnoestresse chegou como um contraponto desfavorável para a saúde humana. Se você está sofrendo com isso, neste artigo nós vamos mostrar os principais sintomas e como tratar o tecnoestresse. Acompanhe a gente!

O que significa tecnoestresse?

Definido como estresse resultante do uso excessivo de tecnologias de informação e comunicação (TIC), o tecnoestresse traz como principais sintomas a dificuldade de concentração e a ansiedade. Uma pesquisa realizada pela Microsoft com 20 mil pessoas na Europa constatou que pelo fato de a tecnologia causar estresse, a satisfação e a produtividade no ambiente de trabalho diminui consideravelmente.

Problemas associados ao estresse tecnológico

Sobrecarga tecnológica

A presença digital faz com que as pessoas trabalhem mais e rapidamente. Com a sobrecarga de informações, múltiplas fontes de tecnologia produzem mais informações. Essa situação faz com que empregados se sintam pressionados a serem produtivos o tempo todo, precisando administrar inúmeras tarefas ao longo de uma jornada diária. Durante o trabalho remoto, muitos colaboradores relatam ter que monitorar e responder e-mails, e usar com frequência aplicativos de mensagens instantâneas, como, por exemplo, o Whatsapp. Somam-se a esse pontos, as interrupções, que desfocam a atenção, e o receio de perder algum aviso importante.

Invasão tecnológica

Ocorre quando os colaboradores percebem que o trabalho em casa passa a interferir na vida pessoal, pois os aparelhos usados ​​para a comunicação privada são os mesmos de um ambiente profissional. Por conta da pandemia, tornou-se mais difícil desligá-los ao longo do dia. Além disso, tornou-se raro encontrar um departamento de TI para oferecer suporte em caso de problemas com os dispositivos. Agora, em casa, cada indivíduo sofre a insegurança e a incerteza quanto à própria competência tecnológica e a capacidade de resolução técnica, precisando lidar com problemas de conectividade, muitas vezes, fora do controle. É o caso, por exemplo, do colaborador que não comparece a uma reunião porque na última hora houve falha no wifi ou estragou o computador. Essas adversidades geram culpa e vergonha, principalmente porque não houve prevenção enquanto necessário.

Quais são os principais sintomas do tecnoestresse?

  • Ansiedade;
  • Cansaço;
  • Dificuldades de concentração e memória;
  • Alterações no sono e no humor;
  • Depressão, em casos mais graves;
  • Sensação de incapacidade;
  • Medo de perder informações;
  • Síndrome do impostor, ou seja, quando desconfiam das próprias capacidades.

Como prevenir o tecnoestresse?

Para saber como prevenir o tecnoestresse em sua dúvida, preste atenção nessas 5 dicas importantes:

Reconheça a doença

Em primeiro lugar, é preciso identificar o tecnoestresse no trabalho e saber que ele pode surgir em locais que dependem ou não de tecnologia, especialmente durante a Covid-19.

Fortaleça a confiança profissional

Da mesma forma, afeta trabalhadores com qualquer nível de habilidade tecnológica. Nas organizações, é preciso oferecer treinamento e monitorar a confiança dos indivíduos que trabalham à distância à medida dos avanços digitais.

Entenda e treine os colaboradores individualmente

Novas ferramentas não devem ser introduzidas apenas por capricho de gerentes ou de líderes de equipe. Ao lembrar que o estresse tecnológico atrapalha, devem ser tomadas medidas preventivas separadamente, analisando o grau dos sintomas de cada um dos funcionários. A personalidade, por exemplo, é um fator que pode influenciar no estresse tecnológico, impactando significativamente a maneira como as pessoas recebem e processam as informações.  Os proativos lidam bem com a sobrecarga e prosperam em situações que poderiam causar estresse tecnológico em outras pessoas. Do mesmo modo, os extrovertidos não se incomodam com as interrupções por meio de chamadas ou mensagens.  

Mudar os hábitos faz bem

Nas constantes discussões sobre como os hábitos no local de trabalho serão alterados após a Covid-19, a principal dúvida é se vale a pena permanecer no sistema de trabalho remoto, justamente pela possibilidade de continuar o estresse tecnológico nos indivíduos. A questão que precisa ser resolvida é: como continuar trabalhando em casa com suporte adequado para o bem-estar do colaborador? Pois, saiba que é possível colher todos os benefícios, como as ferramentas tradicionais, para flexibilizar o andamento das tarefas.

Desacelere quando possível

Não é só de recursos digitais que vive o ser humano, portanto, reduza o número de acesso às redes sociais, desabilite as notificações desnecessárias no celular, aplicativos, e outras ferramentas que consumam sua energia em tempo integral. Pense que, ao parar por alguns minutos, você terá mais equilíbrio para voltar adiante e resolver suas demandas com tranquilidade.

Cuidar da saúde é primordial

Lembre-se de que o mundo exterior propicia coisas fantásticas, por isso, inclua na sua rotina atividades físicas regularmente, principalmente, conecte-se à natureza quando puder. Uma alimentação saudável também ajuda em melhor condicionamento físico. Logo, manter um estilo de vida adequado colabora para a saúde mental.

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